https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/issue/feed Em Questão 2022-09-27T09:27:16-03:00 Em Questão emquestao@ufrgs.br Open Journal Systems <p><em>Em Questão</em> é um periódico científico da área de <strong>Ciência da Informação</strong> publicado pelo Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Publicada desde 2003, em continuidade à Revista de Biblioteconomia e Comunicação, lançada em 1986, Em Questão tem periodicidade trimestral e é veiculada em formato eletrônico na modalidade de acesso aberto. Atualmente recebe contribuições originais de cunho teórico e empírico provenientes de autores brasileiros e estrangeiros em fluxo contínuo.</p> <p> </p> <p>Confira as páginas da Em Questão no <a href="http://scholar.google.com.br/citations?user=HSSYiO8AAAAJ&amp;hl" target="_blank" rel="noopener"><strong>Google Acadêmico</strong></a>, no <a href="http://www.facebook.com/EmQuestao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Facebook</strong></a>, no <strong><a href="https://www.instagram.com/emquestao.ufrgs/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a></strong> e no <a href="https://twitter.com/emquestao_ufrgs" target="_blank" rel="noopener"><strong>Twitter</strong></a>.</p> https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/119726 Os arquivos como agentes de memória 2022-02-21T09:37:30-03:00 Roberta Pinto Medeiros roberta.furg@gmail.com <p>A proposta deste artigo é discutir os relatórios de atividades anuais do Movimento de Justiça e Direitos Humanos, do período entre 1979 a 2015, a partir da análise de conteúdo de Laurence Bardin. Consequentemente, essa proposta converteu-se em duas frentes de exploração, sendo que a primeira consistiu de uma análise de conteúdo dos relatórios, o que correspondeu às seguintes categorias analíticas: defesas em prol dos Direitos Humanos; atividades condicionadas a Movimentos Sociais (exceto as de defesa em prol dos Direitos Humanos); e promoção e campanhas. Essa primeira análise resultou no enfoque das atividades do Movimento, ou seja, evidenciou seu papel na luta pelos direitos humanos. A segunda parte da análise correspondeu exatamente ao propósito da pesquisa, ou seja, relacionar o papel dos arquivos de movimentos sociais no Brasil, no caso do Movimento, com a memória e os arquivos. Portanto, essa documentação presente no acervo do Movimento faz desse lugar uma ferramenta social e uma fonte de dados e de resguardo da verdade por documentos que têm o caráter de testemunho e de prova de que aqueles fatos ocorreram. Além de ser um instrumento social, o arquivo do Movimento é um lugar que mantém em exercício a memória, evitando que se torne ausente e, consequentemente, se torne esquecimento.</p> 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Roberta Pinto Medeiros https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/120016 Diálogos entre a Teoria do Conceito e organização do conhecimento arquivístico 2022-03-03T14:31:55-03:00 Jéssica dos Santos Gonçalves jessgoncal@gmail.com Natália Bolfarini Tognoli nataliatognoli@id.uff.br <p>Compreendendo a organização como um processo mediador entre a produção e o acesso e uso dos documentos de arquivo e das informações que eles carregam, este trabalho aborda as relações da Arquivologia com a Ciência da Informação. A transversalidade com a Organização do Conhecimento é ponto de partida, a partir dos estudos de uma de suas teorias basilares: a Teoria do Conceito. Para tanto, realizou-se uma Revisão Sistemática de Literatura, tendo como campo empírico bases de dados em Ciência da Informação e anais dos eventos internacionais e nacionais da <em>International Society for Knowledge Organization</em>. Os resultados demonstram que no âmbito da organização do conhecimento arquivístico, a presença da Teoria do Conceito ainda é tímida, sendo utilizada tanto como método de análise de conceitos da própria Arquivologia quanto como fundamento à construção de sistemas de organização do conhecimento arquivístico mais completos.</p> 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Jéssica dos Santos Gonçalves, Natália Bolfarini Tognoli https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/123710 Metadados de assuntos de teses e dissertações em repositórios 2022-04-19T10:01:06-03:00 Mariângela Spotti Lopes Fujita mariangela.fujita@unesp.br Rosane Ribas rosane.barros@unesp.br Milena Rodrigues milena.rodrigues@unesp.br Telma Silveira telma.silveira@unesp.br <p>Os metadados de teses e dissertações são inseridos nos repositórios automaticamente ou manualmente, em formato <em>Dublin Core</em>, diferente do utilizado pelas bibliotecas, gerando duplicidade de trabalho. O objetivo é comparar os procedimentos de tratamento temático de teses e dissertações existentes no catálogo <em>on-line</em> e no repositório, por meio da análise de metadados de assunto. Realizou-se estudo exploratório com estudo de caso sobre o uso de controle de vocabulário em metadados de teses e dissertações, com o repositório institucional da Universidade Estadual Paulista e o catálogo <em>on-line</em> Athena da mesma instituição. O estudo exploratório teve duas etapas: estudo documental da trajetória histórica de tratamento de teses e dissertações da universidade e análise de procedimentos de tratamento temático de teses e dissertações nas bases de dados, por autores e catalogadores. A análise de procedimentos de tratamento temático empregou observação de funcionamento e de rotinas e padrões, para avaliação de controle de vocabulário na análise de metadados de assuntos. Os resultados obtidos revelaram que o controle de vocabulário não é feito nas interfaces de busca para recuperação da informação e nem na lista alfabética de palavras-chave, o que significa falta de orientações aos autores, quanto à atribuição de descritores. As análises demonstraram dois tratamentos temáticos, cujos resultados são diferentes representações de assuntos, em linguagem natural, no repositório, e em linguagem controlada, no catálogo. Foram elaboradas duas propostas para o tratamento temático em metadados de assunto de teses e dissertações em repositórios e catálogos de bibliotecas. Conclui-se que as propostas poderão ser auxiliadas pela elaboração de uma política de indexação do repositório que preveja o compartilhamento de dados resultantes do autoarquivamento de teses e dissertações com o catálogo e que possa aceitar a atribuição de descritores de vocabulário controlado, além da atribuição de palavras-chave.</p> 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Mariângela Spotti Lopes Fujita, Rosane Rodrigues de Barros Ribas, Milena Maria Scarpino Rodrigues, Telma Jaqueline Dias Silveira https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/121120 "Colocando uma pedra em cima do assunto" 2022-02-21T10:11:12-03:00 Ana Lúcia de Abreu Gomes anaabreu.68@gmail.com <p>Neste ano de 2022, em que se comemoram os 200 anos da Independência do país, este artigo aborda um aspecto das comemorações do Centenário da Independência ocorrido no ano de 1922: o lançamento da Pedra Fundamental de Planaltina, ocorrido em 7 de setembro, hoje um monumento tombado no âmbito do Distrito Federal. Em termos metodológicos, privilegiamos a análise do patrimônio como prática institucional de organização da informação a partir do processo de tombamento da Pedra Fundamental de Planaltina instaurado em 1981 e concluído em 1982 pela Secretaria de Educação e Cultura do Distrito Federal. A partir da análise dos documentos que instruem o processo, identificamos mecanismos de construção discursiva sobre o bem em questão e igualmente sobre o próprio processo de transferência da capital para Brasília. Neste sentido, os documentos que compuseram o processo de tombamento foram analisados numa perspectiva de construção social/institucional desses registros. Ao observar a instrução do processo de tombamento, por meio dos mecanismos de organização da informação, analisamos as peças documentais que compuseram o processo e a relação estabelecida entre elas. Como resultado principal dessa análise, pudemos observar como a constituição desse dossiê de tombamento instituiu o próprio bem tombado, no caso, a Pedra Fundamental de Planaltina, ao tempo que elabora uma narrativa para a transferência da capital federal para o interior de Goiás.</p> 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Ana Lúcia de Abreu Gomes https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/119426 Interdisciplinaridade na Social Web 2022-02-22T13:44:42-03:00 Frederico Divino Dias fredivino@yahoo.com.br Armando Sérgio de Aguiar Filho armando.filho@fumec.br Marta Macedo Kerr Pinheiro marta.macedo@fumec.br <p>Neste trabalho discutem-se alguns tópicos fundantes do pensamento interdisciplinar além de apresentar duas teorias elementares, a saber: a teoria geral de sistemas e a teoria cibernética de segunda ordem. Tal recorte teórico teve o propósito de explanar de forma resumida sobre os principais tópicos fundantes da interdisciplinaridade para aclarar a importância tanto do pensamento quanto da atitude holística da humanidade. Posteriormente foi realizada a discussão relativa às mídias sociais disponibilizadas atualmente. Os pesquisadores explanaram acerca do potencial de colaboração, interação, socialização e compartilhamento de dados, informações e conhecimentos via aparatos tecnológicos. Objetivando apresentar as similitudes das duas áreas, esta pesquisa bibliográfica assumiu um caráter teórico, de abordagem qualitativa e exploratória, que apontou no sentido do entendimento das mídias atuais como aplicações práticas do pensamento sistêmico e interdisciplinar. Tópicos como a interação, a retroação, a homeostasia e a equifinalidade foram observados dentro do recorte apresentado, o que leva à conclusão da pertença das mídias sociais dentro do espectro interdisciplinar. Os princípios trazidos por Bertalanffy e Foerster estão presentes na dinâmica da <em>Web</em> 2.0 e podem ser claramente observados nas mídias sociais. Tais recursos são vislumbrados, ainda, como mediadores de ecossistemas específicos e potenciais arenas para criação, organização e compartilhamento de informações e conhecimentos; a colaboração e a interação, são peças fundamentais no que tange à vivência de uma comunidade para criar um contexto favorável à partilha e criação de novas informações e conhecimentos.<em></em></p> 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Frederico Divino Dias, Armando Sérgio de Aguiar Filho, Marta Macedo Kerr Pinheiro https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/119493 Colaboração científica 2022-02-21T08:27:19-03:00 Gonzalo Rubén Alvarez gonzalorubenalvarez@gmail.com <p>Diferentes tipos de colaboração (formal e informal) são requeridos na atividade científica das diversas disciplinas e áreas. Por meio de indicadores cientométricos, analisaram-se, de forma mais abrangente, práticas colaborativas (coautorias e subautorias) contemporâneas nas publicações de dois importantes periódicos brasileiros indexados na SciELO, um das Ciências Biológicas e outro das Ciências Humanas, ao longo do período de 2010-2019. Os dados sobre coautoria foram coletados através dos artigos assinados por mais de um autor e sobre subautoria através dos textos de agradecimentos (por apoio material e/ou intelectual) inseridos pelos autores nas publicações. O corpus é constituído por 1.100 artigos, 758 da Acta Botanica Brasilica e 342 da Revista de Sociologia e Política. Verificou-se que, o contexto de comunicação científica (nacionalidade do periódico e da base de dados indexadora) não tem influência direta nas práticas colaborativas, mas sim a orientação da pesquisa realizada em cada uma das disciplinas e áreas. Altos percentuais de coautorias e subautorias (apoio financeiro e técnico/instrumental) identificados na Acta Botanica Brasilica evidenciam a necessidade de diferentes tipos de colaboração (formal e informal) nas áreas experimentais. Os altos percentuais de agradecimentos por apoio conceitual/peer interactive communication identificados na Revista de Sociologia e Política, cujos índices de coautoria são mais baixos do que os índices de autoria única, revelam a importância da colaboração de subautoria dos colégios invisíveis. Conclui que, a inclusão de bases de dados como a SciELO em pesquisas cientométricas é relevante para mapear, desde outro ângulo e, de forma mais abrangente, tipos de colaboração (autorais e não-autorais) na ciência.</p> 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Gonzalo Rubén Alvarez https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/119474 Chamada Pública voltada à Prevenção e ao Combate ao vírus Zika no Brasil 2022-01-17T14:47:24-03:00 Kelly Rocha de Queiroz quelequeiroz@gmail.com Luciana Calabró luciana.calabro@ufrgs.br Ediane Maria Gheno ghenoediane@gmail.com <p>O artigo avalia a produção e a colaboração científica (coautoria) dos coordenadores dos projetos de pesquisa financiados pela Chamada Pública voltada à Prevenção e ao Combate ao vírus Zika. Trata-se de um estudo bibliométrico/cientométrico que analisou um total de 315 documentos sobre o vírus Zika indexados na <em>Web of Science</em> de autoria de 53 coordenadores beneficiados pela referida Chamada Pública. Os resultados indicaram que a maioria das produções científicas mais citadas foi publicada em periódicos de elevado Fator de Impacto e que houve uma expressiva colaboração científica entre países, especialmente com os Estados Unidos e com países europeus. Percebeu-se que esses estudos científicos também abordaram temáticas relacionadas com outros arbovírus e com as implicações à saúde da população ocasionada pela infecção decorrente do vírus Zika. A pesquisa conclui que o investimento nas referidas pesquisas científicas contribuiu para a geração de novos conhecimentos acerca do vírus Zika, atendendo assim ao objetivo principal da Chamada Pública, além da inserção e da visibilidade internacional da produção científica dos pesquisadores beneficiados com o financiamento. </p> 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Kelly Rocha de Queiroz https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/120243 Análise da mobilidade acadêmica brasileira com ênfase na internacionalização e intensidade de relações 2022-03-25T09:51:50-03:00 Higor Alexandre Mascarenhas higoralexandre1996@gmail.com Thiago Magela Dias thiagomagela@gmail.com <p>Percebe-se que a mobilidade de indivíduos tem se tornado cada vez mais presente no Brasil, em que uma das razões para tal fenômeno são indivíduos que optam por se capacitar em localizações diferentes da sua oriunda, ressaltando alguns destes que decidem ir para outros países em busca de melhores oportunidades. Diante deste cenário, este trabalho tem por objetivo efetuar uma análise do fluxo percorrido pelos doutores brasileiros no período de sua formação acadêmica. Para tanto foram extraídos os currículos de todos os doutores brasileiros de todas as áreas do conhecimento cadastrados na Plataforma Lattes, efetuando uma filtragem dos dados relevantes para a pesquisa, sendo possível mensurar como ocorre a mobilidade acadêmica brasileira a nível internacional. Como resultado observou-se que as principais capitais dos estados responsáveis pela maioria das universidades que possuem cursos de pós-graduação possuem grande influência no processo de migração para capacitação.</p> 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Higor Alexandre Mascarenhas, Thiago Magela Dias https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/122771 Abordagens temáticas da competência em informação 2022-03-31T11:51:28-03:00 Djuli Machado De Lucca djuli.mdl@gmail.com Patricia da Silva Neubert patricia.neubert@ufsc.br <p>Aborda o desenvolvimento da pesquisa sobre Competência em Informação, por meio de análise temporal das temáticas da produção científica sobre o tema. O universo do estudo é composto pelos documentos sobre Competência em Informação indexados na coleção principal da <em>Web of Science</em> entre 1974 e 2019. A análise das temáticas é baseada nas palavras-chave atribuídas pelos autores. Foram identificadas 6.108 palavras-chave, somando 15.289 menções, em 2.918 documentos. Os descritores foram associados as fases de desenvolvimento do movimento da Competência em Informação, de 1974-1989, 1990-1999, 2000-2009, 2010-2019. A análise temporal indica diminuição da variabilidade terminológica, apontando a consolidação de temas de estudo e de consenso terminológico no decorrer dos anos. Foram identificados termos associados à Biblioteconomia e ensino desde a primeira fase, com a inclusão gradativa de descritores associados as tecnologias a partir de 1990. Estudos incluindo públicos específicos, notadamente vinculados ao ensino superior e aos usuários de bibliotecas incorporam-se posteriormente, agregando movimentos adjuntos associados a estas temáticas. Na última fase há a manutenção da ênfase nas especialidades e público já incorporados e o desenvolvimento de uma perspectiva crítica nesse contexto. Os resultados sugerem, a partir da fase inicial, períodos de consolidação, desenvolvimento e expansão da Competência em Informação, que podem ser utilizados para demarcação do desenvolvimento da área.</p> 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Djuli Machado De Lucca, Patricia da Silva Neubert https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/119843 Apropriação 2022-03-03T14:24:29-03:00 Ellen Valotta Elias Borges ellen.valotta@unesp.br Oswaldo Francisco de Almeida Júnior ofaj@ofaj.com.br <p>Embora o conceito de apropriação da informação seja indispensável para compreender o processo de construção e significação da informação, observa-se uma grande ausência de trabalhos científicos na área da Ciência da Informação que discutem a temática de modo mais aprofundado. Poucos trabalhos se voltam para compreender o processo, os elementos e os resultados da apropriação. Diante do exposto, este trabalho objetiva apresentar o conceito de apropriação da informação mediante uma perspectiva processual e ideológica que possui como base o signo ideológico e a teoria dialógica de Bakhtin. Apresenta-se, então, o conceito de apropriação da informação como um processo de construção que resulta na materialização da informação. Desse modo, o foco deste estudo se instaura na compreensão dos elementos que compõem esse processo e na relação estabelecida entre eles, buscando, assim, levantar discussões em torno da informação materializada. Parte-se do pressuposto de que a materialização acontece pela relação entre as partículas de protoinformação, as manifestações informacionais e a consciência informativa. A inter-relação constante entre esses três elementos é um fenômeno complexo que sempre acontece na relação com o outro, portanto, é ideológico e dialógico. Em síntese, a construção da informação depende das relações estabelecidas entre os sujeitos sociais podendo ser representada por uma materialidade física ou não-física, exteriorizadas ou simplesmente mantidas no discurso interior.</p> 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Ellen Valotta Elias Borges, Oswaldo Francisco de Almeida Júnior https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/122578 Demandas para bibliotecas comunitárias em campanhas de financiamento coletivo (crowdfunding) na Região Sudeste do Brasil 2022-03-31T11:43:07-03:00 Everton da Silva Camillo everton.camillo@unesp.br Bruna Daniele de Oliveira Silva bruna.daniele.silva@alumni.usp.br Oswaldo Francisco de Almeida Júnior ofaj@ofaj.com.br <p>Questiona-se se campanhas brasileiras de <em>crowdfunding</em> para bibliotecas comunitárias objetivam somente o sustento e a manutenção dessas instituições. Tem-se como objetivo evidenciar as demandas para bibliotecas comunitárias em campanhas de <em>crowdfunding</em> na Região Sudeste do Brasil. Empregou-se o método de pesquisa Análise de Conteúdo concomitantemente ao desenvolvimento de uma análise lexicográfica por meio da Classificação Hierárquica Descendente, testando-se hipóteses por meio do teste qui-quadrado. Constatou-se que as campanhas objetivam, além do sustento e da manutenção das bibliotecas comunitárias, o desenvolvimento social local, o incremento da infraestrutura da biblioteca, o acesso aos bens culturais e às atividades educacionais pela população, assim como a manutenção dos projetos sociais de amplo impacto local na Região Sudeste do Brasil. Sugere-se a proposição de uma política pública para bibliotecas comunitárias como caminho para a sua autonomia financeira. Concluiu-se que membros da comunidade podem estruturar ações lógicas que culminem, primeiramente, na ampliação da discussão acerca das políticas públicas para as bibliotecas comunitárias, assim como na consecução de metas para materializar um produto documental oriundo dos debates.</p> 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Everton da Silva Camillo, Bruna Daniele de Oliveira Silva, Oswaldo Francisco de Almeida Júnior https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/119580 A evolução do makerspace 2022-01-03T09:11:24-03:00 Deise Lourenço de Jesus 1616704@etfbsb.edu.br Murilo Bastos da Cunha murilobc@unb.br <p>O presente artigo traz como tema o <em>makerspace</em> no contexto das bibliotecas. Objetivo: apresentar definições e histórico evolutivo do <em>makerspace</em> na literatura científica. Método: revisão de literatura científica. Análise dos dados: A definição de <em>makerspace </em>remete a um espaço de criação e compartilhamento de conhecimento que surgiu na literatura em 2012. É um espaço derivado da cultura <em>Do It Yourself</em> e do movimento <em>maker</em> que tem ganhado espaço dentro dos ambientes educativos e industriais em países desenvolvidos, sobretudo nos Estados Unidos. De acordo com a literatura, entende-se que o <em>makerspace</em> tem grande potencial educativo que ainda está apenas começando a ser explorado e pode ser uma ferramenta de grande importância para o desenvolvimento das bibliotecas num futuro próximo. No Brasil, o tema é ainda muito incipiente, tendo pouca representatividade na literatura. Conclusões: É um tema com potencial para ser desenvolvido e aplicado, que tende a crescer no país, se acompanhar a tendência mundial. Pode representar uma ferramenta revolucionária para o espaço físico tradicional das bibliotecas.</p> 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Deise Lourenço de Jesus, Murilo Bastos da Cunha https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/121136 Gestão da informação e monitoramento da marca em mídias sociais 2022-03-03T15:13:31-03:00 Frederico Giffoni de Carvalho Dutra fgcdutra@gmail.com <p>Estudo de caso na Companhia Energética de Minas Gerais referente aos procedimentos adotados para a gestão da informação e monitoramento da marca nas mídias sociais. A coleta de dados se deu por meio de entrevista estruturada, realizada a partir de um roteiro de perguntas com os integrantes da equipe de comunicação da Companhia Energética de Minas Gerais responsáveis pela atividade de monitoramento em mídias sociais. Após a aplicação do modelo de gestão da informação de Dutra, de 2020, à realidade da empresa, os resultados apontaram necessidades de melhoria nas etapas de disseminação e avaliação do processo de gestão da informação, aliada uma cultura de compartilhamento de informações, aprendizado e acompanhamento contínuo de indicadores e métricas.</p> 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Frederico Giffoni de Carvalho Dutra https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/119628 Antecedentes biopsicossociais do compartilhamento do saber 2022-02-21T08:36:24-03:00 Leonardo Pereira Pinheiro de Souza leonardo.pinheiro@unesp.br Rafaela Carolina da Silva rafaela.c.silva@unesp.br Mariana Rodrigues Gomes de Mello mariana.rg.mello@unesp.br Paulo Henrique Zago Júnior ph.zago@unesp.br Cássia Regina Bassan de Moraes crbassan@gmail.com <p>Num contexto mercadológico hipercompetitivo e informacionalmente intensivo, gerenciar o conhecimento é vital. O conhecimento é uma criação da mente humana e representa poder simbólico para o detentor, resultando na necessidade de motivação para o seu compartilhamento. A Teoria da Troca Social versa sobre os mecanismos envolvidos nas relações de troca de benefícios entre sujeitos, destacando a reciprocidade, o trabalho em grupo e o altruísmo como forças motivadoras. Enquanto a Filosofia discute interesses egocêntricos na relação do sujeito e coletividade, a biologia mostra o altruísmo como a chave do sucesso evolutivo. A psique humana é complexa, admitindo a coexistência da cooperação e da competição na partilha do conhecimento. Objetiva-se investigar o que motiva os humanos a compartilharem conhecimento, compreendendo as configurações e os aspectos mais destacados na literatura acadêmica sobre a interação entre a Teoria da Troca Social e a Gestão do Conhecimento. Como procedimentos metodológicos efetuou-se uma busca na base de dados <em>Scopus</em> sobre a interação entre a Teoria da Troca Social e a Gestão do conhecimento, realizando-se uma análise de co-ocorrência de palavras-chave, por meio do software <em>VosViewer</em>. Finalmente, foi feita uma análise qualitativa do significado das palavras-chave mais relevantes mediante os artigos mais citados. Como resultados, ressaltou-se as palavras-chave com maior afinidade na forma de agrupamentos, destacando os termos mais utilizados em cada agrupamento, para leitura e sumarização dos artigos mais citados que os continham. Os trabalhos mais citados mostraram a necessidade de criar estratégias motivacionais, formando um ambiente propício ao compartilhamento de conhecimento e mitigando o temor da perda de poder pessoal como consequência dessa partilha.</p> 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Leonardo PEREIRA PINHEIRO DE SOUZA, Rafaela Carolina da Silva, Mariana Rodrigues Gomes de Mello, Paulo Henrique Zago Júnior, Cássia Regina Bassan de Moraes https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/121287 Tradução e validação de conteúdo do instrumento para avaliação da Gestão do Conhecimento holística 2022-03-25T10:22:42-03:00 Fábio Corrêa fabiocontact@gmail.com Dárlinton Barbosa Feres Carvalho darlinton@acm.org Fernando Hadad Zaidan fhzaidan@gmail.com Jurema Suely de Araújo Nery Ribeiro jurema.nery@gmail.com Vinícius Figueiredo de Faria vffconsultoria@gmail.com <p>A Gestão do Conhecimento é uma temática de interesse crescente por parte de pesquisadores. Como um meio para abordar a realidade dessa temática são propostos instrumentos para avaliação, mas esses instrumentos demandam de validação de conteúdo para conferir qualidade aos mesmos. Neste sentido, esta pesquisa tem por objetivo promover a tradução e a validação de conteúdo do instrumento de avaliação da Gestão do Conhecimento holística de Corrêa e outros, de 2021, de modo a conferir qualidade a versão traduzida do português para o inglês. Os procedimentos metodológicos consistem na tradução das afirmativas do instrumento por um pesquisador doutor, fluente em ambas as línguas e especialista na temática, com suporte das ferramentas <em>Google Translate</em> e <em>Grammarly</em>. Por conseguinte, a tradução foi avaliada por três doutores e especialistas em Gestão do Conhecimento, proficientes em ambas as línguas, e validada por meio do método de Coeficiente de Validade de Conteúdo, considerando os aspectos de clareza, coerência e tradução. Os resultados revelaram que os scores 0,98, 0,97 e 0,97 para os respectivos aspectos atestam a qualidade da versão traduzida. Assim, espera-se que o instrumento traduzido possa ser útil para uso de pesquisadores que demandem dessa versão.</p> 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Fábio Corrêa, Dárlinton Barbosa Feres Carvalho, Fernando Hadad Zaidan, Jurema Suely de Araújo Nery Ribeiro, Vinícius Figueiredo de Faria https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/123123 Eficiência de softwares nacionais e internacionais na detecção de similaridade e de plágio em manuscrito 2022-04-19T11:14:44-03:00 Marcelo Krokoscz marcelok@fecap.br <p>Este estudo visa identificar a eficiência de quatorze softwares de detecção de similaridades em um texto com fragmentos sobre educação financeira, encontrados em websites da internet, anais de eventos acadêmicos e revistas científicas de acesso aberto e restrito. Os fragmentos foram usados para elaborar um texto coeso, escrito em língua portuguesa, contendo reproduções textuais literais, paráfrases, com trechos traduzidos do idioma inglês, manipulados com inserção de caractere oculto e com substituição de palavras por sinônimos. Os relatórios de similaridade gerados pelos softwares foram analisados de acordo com quatro critérios: 1 identificação de fragmentos citados corretamente; 2 identificação de fragmentos plagiados; 3 identificação de textos manipulados para enganar o software; 4 identificação de fontes originais; os quais foram pontuados em uma escala de 0 a 4 pontos. Os softwares Turnitin, StrikePlagiarism, PlagScan e Plagium tiveram performance elevada e CopySpider e Plagium (complemento do Google) foram os mais ineficientes. Constatou-se que os softwares operam com eficiência variável, o que reforça a convicção de que embora sejam ferramentas úteis para a identificação de plágio, contribuem de forma limitada para aspectos como reconhecimento de reproduções textuais literais que nem sempre correspondem à fonte original. As fontes originais de textos reescritos, manipulados e traduzidos não foram encontradas por nenhum software. O estudo contribui para o aprimoramento da capacidade do usuário na escolha, uso e análise dos relatórios de similaridades gerados por softwares, cuja eficiência pode ser maior no caso da utilização de mais de um software.</p> 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Marcelo Krokoscz https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/127019 Política editorial 2022-09-08T10:32:12-03:00 Comissão Editorial Em Questão emquestao@ufrgs.br 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Comissão Editorial Em Questão https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/127017 Expediente 2022-09-08T10:21:34-03:00 Comissão Editorial Em Questão emquestao@ufrgs.br 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Comissão Editorial Em Questão https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/127286 Editorial 2022-09-19T12:51:45-03:00 Samile Andrea de Souza Vanz samilevanz@terra.com.br 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Samile Andréa de Souza Vanz https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/127018 Normas de Publicação 2022-09-08T10:27:44-03:00 Comissão Editorial Em Questão emquestao@ufrgs.br 2022-09-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Comissão Editorial Em Questão