Indústrias Culturais e Capitalismo no Brasil

Virgínia Pradelina da Silveira Fonseca

Resumo


Este artigo visa a uma reflexão crítica, a partir de fontes bibliográficas, a respeito do processo de implantação e consolidação das indústrias culturais no Brasil e da relação desse processo com o ingresso do País na etapa monopólica do capitalismo. Para isso, primeiramente, procura-se analisar o período em que esse tipo de organização surge com relevância nos países do mundo capitalista avançado e o papel que exerce na construção de uma hegemonia de classe. Na seqüência, tratase da especificidade da experiência brasileira de implantação e consolidação das indústrias culturais e levantam-se algumas possibilidades de reflexão. A perspectiva teórica predominante na análise é a da Economia Política da Comunicação.

 


Palavras-chave


Indústrias culturais; capitalismo

Texto completo:

PDF




Em Questão | ISSN 1808-5245 | EQ no Facebook | EQ no Google Scholar

Classificação Qualis: A2 - Comunicação e Informação; B2 - Ciências Ambientais; B3 - Administração, Ciências Contábeis e Turismo; B4 - Sociologia; B5 - Engenharias I.

Programa de Pós-graduação em Comunicação  | Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Rua Ramiro Barcelos, 2705, sala 519 | CEP 90035-007 | Porto Alegre, RS, Brasil | Fone: (51) 3308 2141| E-mail: emquestao @ufrgs.br 

Membro da Associação Brasileira de Editores Científicos 

Signatária do San Francisco Declaration on Research Assessment (DORA)