Espaços para a arte: lugares em contínua redefinição

Eloísa Alisal

Resumo


Através da história do museu e do colecionismo se proliferou uma grande variedade de espaços onde se protegem, conservam, resguardam ou armazenam os objetos de interesse cultural e, apesar disso, o patrimônio artístico das comunidades continua sendo suporte de sua memória como coletividade. Desde os santuários gregos dedicados às Musas até os museus e centros de arte atuais, as coleções artísticas protegidas tem se transformado em suporte para a transmisão de idéias e de conhecimentos. Tanto os espaços físicos (templos, academias, galerias, palácios e salões) quanto os espaços virtuais (museus e galerias em rede) têm mantido a mesma finalidade: conservar, estudar e difundir as manifestações artísticas das culturas. Passaram-se mais de dois séculos desde a criação do primeiro museu de arte contemporânea concebido como lugar de conservação, estudo e difusão da arte criada em sua contemporaneidade; e mais de um século desde que Duchamp incluiu sua obra “Fonte” no Armory Show, desde então o museu de arte se redefine junto ao objeto que deveria proteger.


Palavras-chave


Arte. Museu. Colecionismo.

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