“É bom porque é ruim!” Considerações sobre produção e consumo de cultura trash no Brasil

Mayka Castellano

Resumo


Neste artigo, apresento um panorama do circuito de produ- ção e consumo de cultura trash. Amparada em entrevistas em profundidade com fãs/produtores e na realização de uma etnografia virtual em sites de relacionamento, analiso a importância da mídia digital como base para a criação de uma articulada comunidade que cultua artefatos culturais considerados “ruins”. Oriundos tanto da cultura massiva quanto da produção amadora, tais produtos contam com uma dedicada fruição por parte de jovens que usam a diversão como principal justificativa para o engendramento dessa crescente rede de trocas culturais.

Palavras-chave


Cultura Trash. Estudos culturais. Consumo jovem. Fãs-produtores.

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Em Questão | ISSN 1808-5245 | EQ no Facebook | EQ no Google Scholar

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