A “Volta do Real” e as formas do realismo no cinema contemporâneo: o trauma em Caché e A Fita Branca; o abjeto em Anticristo; o banal em Mutum

Marília Xavier Lima, Nilson Assunção Alvarenga

Resumo


Esta pesquisa busca compreender o resgate do realismo no cinema contemporâneo, tomando como ponto chave a evocação do real feita de duas maneiras: uma, através do trauma elucidado por Hal Foster com base nas artes visuais e a outra por meio do “sublime do banal” exposto por Denilson Lopes. Para tal, foram discutidos os filmes Caché e A Fita Branca, do diretor Michael Haneke para explicitar o real no trauma; o Anticristo de Lars Von Trier para o caso do real no abjeto; e, por fim, no cenário brasileiro, o filme Mutum de Sandra Kogut no que tange ao “sublime do banal”. Procurando, dessa forma, compreender os elementos estéticos do realismo cinematográfico contemporâneo.

Palavras-chave


Comunicação. Cinema. Realismo. Estética.

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Em Questão | ISSN 1808-5245 | EQ no Facebook | EQ no Google Scholar

Classificação Qualis: A2 - Comunicação e Informação; B2 - Ciências Ambientais; B3 - Administração, Ciências Contábeis e Turismo; B4 - Sociologia; B5 - Engenharias I.

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