Roland Barthes: semiologia e cultura

Roberto Ramos

Resumo


Dono de um belo texto, lapidado pela marca digital de sua singularidade, Roland Barthes é uma personalidade teórica paradigmática. Concedeu um estatuto à Semiologia, arranjando-lhe um objeto particular de pesquisa. Sintonizou-a com a influência crescente da Mídia, ocorrida, sobretudo, na segunda metade do século XX. A Semiologia de Barthes é povoada por traços particulares. Não se empareda no escaninho lingüístico. Reivindica outros contornos. Persegue o translingúístico. Nessa paisagem, o papel da Mídia doa-se como objeto de suas pesquisas semiológicas. No diagrama de suas limitações, o presente ensaio se agenciará nas relações entre a Semiologia barthesiana e a Mídia. Refletirá sobre algumas categorias básicas que as simbiotizam.

 


Palavras-chave


Discurso; semiologia; cultura

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