AVALIAÇÃO DA FUNÇÃO EDUCAÇÃO NOS MUNICÍPIOS DE SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO E BELO HORIZONTE: MUDANÇA OU INÉRCIA SOCIAL?

Autores

  • Maurício Corrêa da Silva UFRN
  • Fábia Jaiany Viana de Souza IFRN
  • Erivan Ferreira Borges UFRN
  • Aneide Oliveira Araujo UFRN
  • José Dionísio Gomes da Silva UFRN

Palavras-chave:

Ensino fundamental. Inércia social. Efetividade. Eficiência técnica.

Resumo

Este artigo tem como objetivo avaliar se os municípios de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte foram eficientes na gestão dos recursos do ensino fundamental de forma a provocar mudança ou se permaneceram na inércia social nos anos de divulgação do IDEB. Foi utilizado o método indutivo com a corrente metodológica do empirismo, a partir de mensuração quantitativa. Os dados foram extraídos dos sítios eletrônicos da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (SIOPE), no período de 01 a 11 de dezembro de 2013. As hipóteses testadas foram: inércia social como hipótese nula (não houve efetividade na política do ensino fundamental - ineficiência técnica) e mudança social como hipótese alternativa (efetividade na política do ensino fundamental - eficiência técnica). A pesquisa concluiu pela aceitação da hipótese nula (H0) - inércia social (não houve efetividade na política do ensino fundamental) para o município de São Paulo no ano de 2011, tanto na avaliação realizada nos anos de tomadas de decisão (2005 a 2011), como também na avaliação comparativa entre os três municípios no ano de 2011. Os municípios do Rio de Janeiro e Belo Horizonte foram eficientes tecnicamente em todos os anos e na avaliação comparativa (rejeita a hipótese nula e aceita a hipótese alternativa – efetividade na política do ensino fundamental).

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Biografia do Autor

Maurício Corrêa da Silva, UFRN

Possui graduação em Ciências Contábeis pela Sociedade Civil Colégio Moderno - Faculdades Integradas - Belém - PA (1985), especilização em Contabilidade e Controladoria Governamental (2001/2002) pela UFPE e Mestrado em Ciências Contábeis pelo programa Multiinstitucional e Inter-regional das UnB/UFPB/UFPE/UFRN (2004/2005). Atualmente é Professor Assistente II da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) - Departamento de Ciências Contábeis. Lecionou na Faculdade Santa Catarina (FASC), Faculdade Boa Viagem (FBV) e na Faculdade de Ciências Humanas ESUDA (FCHE), no período de agosto de 2002 a julho de 2009 (disciplinas: contabilidade geral, contabilidade comercial, fundamentos de contabilidade, auditoria, contabilidade empresarial, contabilidade governamental, etc). Tem experiência na área de Ciências Contábeis, atuando principalmente contador do setor público por mais de 15 anos (auditoria governamental, tomador de contas, instrutor do SIAFI e SIASG).

Fábia Jaiany Viana de Souza, IFRN

Servidora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte. Graduada em Ciências Contábeis pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Mestra em Ciências Contábeis do Programa Multiinstitucional e Inter-regional de Pós-Graduação em Ciências Contábeis da UnB/UFRN/UFPB.

Erivan Ferreira Borges, UFRN

Doutor em Ciências Contábeis (UnB/UFPB/UFRN). Professor Adjunto I do Departamento de Ciências Contábeis da UFRN.

Aneide Oliveira Araujo, UFRN

Doutora em Controladoria e Contabilidade (FEA-USP). Professora Associada do Departamento de Ciências Contábeis da UFRN e Professora do Programa Multi-institucional e Inter-regional de Pós-Graduação em Ciências Contábeis da UnB/UFRN/UFPB. 

José Dionísio Gomes da Silva, UFRN

Doutor em Controladoria e Contabilidade (FEA-USP). Professor Associado do Departamento de Ciências Contábeis da UFRN e Professor do Programa Multi-institucional e Inter-regional de Pós-Graduação em Ciências Contábeis da UnB/UFRN/UFPB. 

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Publicado

2015-04-30

Edição

Seção

Artigos