Leitura e escrita no ensino de ciências e biologia: a visão antropocêntrica

Heloisa Junqueira, Eunice Aita Isaia Kindel

Resumo


Considerando a relevância histórica e social da leitura e da escrita na constituição dos humanos, concebidos como sujeitos que sentem, pensam e agem, nos diferentes ambientes naturais e culturais onde vivem, pretendemos neste ensaio apresentar alguns movimentos da história das ciências que nos permitem compreender porque e como a visão antropocêntrica de natureza e de ciência, instituída a partir do século XVII, passa a ser predominante nas explicações do campo da educação científica. Para tanto, tomamos como objeto de reflexão um dos materiais impressos mais utilizados no ensino de ciências e biologia: os livros-didáticos. Compreender a gênese da visão antropocêntrica, em uma abordagem histórica, pode criar condições suficientes e necessárias para que, tanto alunos como professores, possam identificar e superar um dos paradoxos desses livros escolares que ensinam ciências sem serem científicos.

Palavras-chave


antropocentrismo; ensino de ciências e biologia; livros-didáticos

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DOI: https://doi.org/10.22456/2595-4377.9664

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ISSN 0103-6041
ISSN 2595-4377 (online)

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