Inquietudes de duas pesquisadoras quanto às reflexões de profissionais da educação infantil diante das relações etnicorraciais e o preconceito face aos imigrantes

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/2595-4377.106526

Palavras-chave:

Construção social. Educação infantil. Imigrantes. Relações etnicorraciais. Sociologia da infância.

Resumo

Os pressupostos apresentados neste estudo são recorte de uma pesquisa em desenvolvimento num Programa de Pós-graduação em Educação e tem como base a Sociologia da infância, a educação para as relações etnicorraciais e o preconceito face aos imigrantes diante da construção social. A coleta de dados foi realizada utilizando questionário com profissionais da Educação Infantil da Prefeitura Municipal de Florianópolis via e-mail e conversas via aplicativo de mensagem. Procurou-se, diante das respostas dos profissionais, refletir sobre posturas sociais naturalizadas no cotidiano das instituições educativas e com isso, sobre as formas como tais práticas socioeducativas produzem e revelam as questões etnicorraciais de forma estrutural. Considerando um discurso ainda muito forte das imagens racialmente propagadas da branquitude e a compreensão da existência de privilégios diante da cor, esta pesquisa constitui mais um subsídio para reflexões diante destas relações etnicorraciais.

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Biografia do Autor

Gisele Romildes Maçaneiro, Prefeitura Municipal de Florianópolis (PMF) Universidade Regional de Blumenau (FURB)

Professora de Educação Infantil na PMF

Mestranda no Programa de Pós-graduação em Educação da FURB

Cyntia Bailer, Universidade Regional de Blumenau (FURB)

Profa. Dra. Cyntia BailerDocente no curso de Letras e no Programa de Pós-Graduação em Educação

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Publicado

2020-12-30