A Lei nº 11.645/2008 e os necessários diálogos entre História, Culturas e Artes indígenas na Educação Infantil

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DOI:

https://doi.org/10.22456/2595-4377.104610

Resumo

Após mais de uma década da promulgação da Lei nº 11.645/2008, observa-se principalmente na Educação Infantil, visões folclorizadas no ensino sobre a temática indígena. Para outra abordagem, partir de diálogos entre a História, a Antropologia e Artes realizamos o projeto pedagógico “Indígenas não têm lendas! Têm histórias, culturas e artes!”, com uma turma de 20 crianças entre três a quatro anos de idade. Como estratégia pedagógica, rodas de conversas para contação de histórias, a partir de narrativas na literatura produzida por povos indígenas em Pernambuco e com várias atividades como exibição de documentários, construção de maquetes com massa de modelar. Observamos que as crianças perceberam a diversidade dos índios, os diferentes ambientes habitados, os conflitos entre indígenas e não indígenas, expressando indignação, empatia e solidariedade com os povos indígenas nas mobilizações por reconhecimento e garantia dos direitos.

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Biografia do Autor

Edson Silva, UFPE

Professor Titular de História da UFPE. Pós-Doutor em História na UFRJ (2013). Doutor em História Social pela UNICAMP (2008) Mestre em História pela UFPE (1995). Leciona no Col. de Aplicação da UFPE. Professor no PROFHISTÓRIA/UFPE e no Programa de Pós-Graduação em História/UFCG (Campina Grande/PB).

Maria da Penha da Silva, UPE

Doutoranda em Antropologia (UFPE). Mestra em Educação Contemporânea (CAA/UFPE); Especialista em Culturas e História dos Povos Indígenas (UFRPE); professora na Educação Básica na Prefeitura do Recife; membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas Históricas, Educação e Culturas NEPHECs/UFRPE; e do Laboratório de Estudos sobre Ação Coletiva e Cultura/UPE – Universidade de Pernambuco. 

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Publicado

2020-12-30