A CRISE DE 2008 E A ARQUITETURA FINANCEIRA INTERNACIONAL: PROPOSTAS DE REGULAÇÃO DO G-20 E SEUS DESAFIOS

Rúbia Marcussi Pontes, Olivia Bullio Mattos

Resumo


Os efeitos da crise financeira e econômica de 2007 e 2008 na arquitetura
financeira internacional demonstraram que os acordos de regulação postos até aquele
momento não eram infalíveis. A partir disso, o presente artigo tem como objetivo
principal demonstrar como o Grupo dos 20 (G-20) atuou após a eclosão da crise na
busca de uma articulação política para formular uma nova proposta de regulação,
que promoveria maior resiliência ao sistema. Entretanto, os interesses estratégicos
nacionais e a própria prerrogativa de implementação dos acordos, que é feita de forma
nacional, são desafios enfrentados na busca por maior estabilidade financeira. Ressaltase, assim, que mudanças no arcabouço regulatório internacional ocorreram a partir
da articulação do G-20 com outras instâncias, dando origem ao Acordo de Basileia III,
porém a natureza instável do sistema persiste.


Palavras-chave


Grupo dos Vinte (G-20); crise financeira (2007/2008); regulação internacional; Acordos de Basileia

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DOI: https://doi.org/10.22456/2176-5456.78868

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Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Faculdade de Ciências Econômicas
Revista Análise Econômica
ISSN 0102-9924 / e-ISSN 2176-5456