PERSPECTIVAS BRASILEIRAS FACE ÀS CRISES FINANCEIRAS PÓS-PLANO REAL

Horst Dieter Möller, Tales Vital

Resumo


Na década de 1990 e durante os anos 2000, a economia global foi o palco de sérias crises financeiras, primeiro nos mercados emergentes e em 2008/2009 na maior economia do mundo – os Estados Unidos. Nos tempos da globalização os impactos dessas crises são rapidamente sentidos em todos os países, entre eles, o Brasil. O trabalho tenta identificar empiricamente com métodos estatísticos e econométricos os impactos sobre variáveis escolhidas do lado financeiro e real da economia brasileira. Todas as crises analisadas tiveram impactos expressivos, embora diferenciados, sobre a economia brasileira. A crise brasileira de 1998/1999 e a crise financeira global de 2008/2009 tiveram os impactos mais expressivos sobre a economia brasileira. Em todas as crises o lado financeiro da economia brasileira sentiu os impactos das crises mais rapidamente e de forma mais expressiva, mas especialmente durante a crise financeira global de 2008/2009 os impactos sobre o lado real da economia brasileira foram expressivos, embora de curta duração. Mas em comparação com países como Indonésia em 1998, Argentina em 2002 e Grécia em 2012 a economia brasileira saiu melhor em todas as crises, consequência possivelmente do grande mercado interno, da estabilidade do sistema financeiro e da diversificação das exportações.

Palavras-chave


Crises financeiras; Economia brasileira; Econometria; Estatística

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DOI: https://doi.org/10.22456/2176-5456.47984



 
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Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Faculdade de Ciências Econômicas
Revista Análise Econômica
ISSN 0102-9924 / e-ISSN 2176-5456