UMA PERSPECTIVA REDUCIONISTA DA REVOLUÇÃO KEYNESIANA: A SÍNTESE NEOCLÁSSICA

Maria Isabel Busato, Eduardo Costa Pinto

Resumo


Este artigo tem por finalidade desenvolver, numa perspectiva pós-keynesiana, uma análise crítica da síntese neoclássica, tentando mostrar que (I) suas hipóteses têm pouca relevância para a análise do mundo real e que (II) sua interpretação keynesiana representou muito mais um retorno aos axiomas neoclássicos do que uma verdadeira leitura dos elementos centrais da revolução de Keynes. Para tanto, procuramos explorar uma linha de caracterização teórica dos principais formuladores da síntese neoclássica (Hicks e seu modelo IS-LM; Modigliani e o Efeito Keynes; Patinkin e o Efeito Pigou), identificando suas restrições, tanto no que diz respeito a sua identificação com a teoria original de Keynes, como no que se refere a sua interpretação do sistema econômico.

Palavras-chave


Revolução Keynesiana. Síntese Neoclássica. IS-LM. Efeito Keynes e Pigou. Keynesianismo.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2176-5456.10949



 
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Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Faculdade de Ciências Econômicas
Revista Análise Econômica
ISSN 0102-9924 / e-ISSN 2176-5456