Efeitos antitussígenos e expectorantes de dois fitoterápicos comercializados no mercado brasileiro
DOI:
https://doi.org/10.22456/1679-9216.14795Keywords:
Mikania glomerata, Salvia officinalis, Eucalyptus globulus, Myrospermum erytroxilon, Nasturtium officinale, Copaifera langsdorffiAbstract
Os efeitos antitussígenos - expectorantes de dois fitoterápicos existentes no mercado brasileiro, foram avaliados utilizando-se três modelos biológicos diferentes. Cada formulação fitoterápica, com composição diferente, apresentava o mesmo número de lote e data de fabricação. Os nomes comerciais dos fitoterápicos avaliados foram: Extrato Expectorante Salva e Xarope Expectorante e Sedativo da Tosse Fitomed. Uma espécie animal específica foi utilizada em cada modelo avaliado (n=10 animais/grupo). Foram utilizados ratos Wistar no modelo da secreção das vias aéreas, cobaios no modelo de tosse induzido por ácido cítrico e codornas japonesas na determinação da velocidade de transporte mucociliar. Os animais (um grupo/formulação) foram divididos nos dois grupos de fitoterápicos e tratados por via oral, com o equivalente a dez vezes a dose terapêutica recomendada (9mL.kg
-1). Um grupo controle negativo de cada espécie foi tratado com solução fisiológica (10mL.kg-1). Um grupo controle positivo composto por cobaios utilizados no modelo de tosse induzida pelo ácido cítrico foi tratado com morfina (1mg.kg-1) por via subcutânea. No modelo onde foram utilizados ratos (secreção das vias aéreas) e codornas (determinação de velocidade de transporte mucociliar) o grupo controle positivo recebeu erdosteína por via oral (600mg.kg-1). Os resultados mostraram que as duas formulações fitoterápicas foram eficazes em inibir o reflexo da tosse induzido pelo ácido cítrico em cobaios. Nos modelos de secreção das vias aéreas em ratos e determinação da velocidade de transporte mucociliar em codornas nenhuma das duas formulações apresentou eficácia significativa.
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