Caminhos cruzados entre intermidialidade, star system e música no Ébrio de Gilda de Abreu

Margarida Maria Adamatti

Resumo


Em 1935, o tenor Vicente Celestino lançou a música O Ébrio. Aproveitando o grande sucesso alcançado, a canção foi transposta para o universo do teatro, do cinema, da literatura e da telenovela ao longo de 30 anos. O artigo toma a intermidialidade, o conceito de transposição e o star system como ferramenta de análise do filme O Ébrio de Gilda de Abreu. A partir da construção da persona de Celestino, na materialidade do filme, no eu lírico da canção e na representação da vida midiática do ator, o objetivo é demonstrar como a presença em cena do astro nas sequências musicais junto à transposição intermidiática se fazem presentes na forma cinematográfica. O estudo demonstra como a presença em cena do astro nas sequências musicais fornece um fator de compensação à ausência do hic et nunc.


Palavras-chave


O Ébrio. Gilda de Abreu. Vicente Celestino. Intermidialidade.

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DOI: http://dx.doi.org/10.19132/1807-8583201842.166-187



Intexto | E-ISSN 1807-8583

Classificação Qualis: B1 - Comunicação, Informação, História, Letras/Linguística  | B2 - Psicologia | B3 - Ciência Política e Relações Internacionais, Arquitetura, Urbanismo e Design, Ciências Ambientais, Interdisciplinar | B4 - Sociologia. 

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