LABIRINTOS DO DISCURSO AMOROSO: INTERTEXTUALIDADE ENTRE FRAGMENTOS DE UM DISCURSO AMOROSO DE ROLAND BARTHES E A NARRATIVA FÍLMICA TIME (SHIGAN) DE KIM KI DUK

Melissa Rubio dos Santos

Resumo


Este artigo tem como objetivo explorar as construções labirínticas e os trânsitos entre Teoria Literária, ensaio e narrativa fílmica. As obras analisadas são Fragmentos de um discurso amoroso (1977), de Roland Barthes e a narrativa fílmica Time (Shigan) (2006), de Kim Ki Duk. Apesar dessas duas obras, a princípio, parecerem totalmente distintas, quando a elas se destina um olhar mais detalhado é possível identificar elementos nodais em comum, tais como a hibridez, a poética dos limiares, os jogos vertiginosos e provocativos das imagens e dos (não) limites da linguagem na Intertextualidade. O foco de análise da narrativa são trânsitos entre textos e os jogos de significantes do discurso amoroso, os quais criam corpos narrativos, imagéticos, simbólicos e ficcionais.


Palavras-chave


Literatura Comparada; Intertextualidade; Roland Barthes; Kim Ki Duk.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.67887



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E-ISSN 2236-6385 (versão eletrônica)