LITERATURA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA, GÊNERO E ESTEREOTIPAÇÃO: UMA ANÁLISE DE SERGIO Y. VAI À AMÉRICA

Marina Siqueira Drey

Resumo


Neste artigo, proponho-me a discutir três tópicos sobre “Sergio Y. vai à América”, de Alexandre Vidal Porto: i) uma avaliação e reflexão acerca do contexto da obra; ii) uma explanação e análise geral do livro; e iii) uma interpretação sobre a representação da personagem Cecilia Coutts. Inicialmente, tenho por base Beatriz Resende (2004, 2008) e Karl Eric Schollhammer (2009, 2012) para, então, apresentar e refletir sobre a temática central da obra. Para isso, trago o Projeto de Lei Identidade de Gênero, de Érika Kokay e Jean Wyllys. Finalmente, dedico-me ao mapeamento e à análise do que denomino “imagem sexualizada” de Cecilia Coutts pelo narrador. Assim, dialogo, entre outros, com Regina Dalcastàgne (2010, 2012), Judith Butler (2003) e Pierre Bourdieu (2002). 


Palavras-chave


Sergio Y. vai à América; gênero; transexualidade; literatura contemporânea

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DOI: http://dx.doi.org/10.22456/2236-6385.67855




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E-ISSN 2236-6385 (versão eletrônica)