MEMÓRIA E (TRANS)FRONTEIRAS: UMA ANÁLISE DA OBRA DE VITOR RAMIL E DE JUAN JOSÉ SAER

marlise Buchweitz, Maria Letícia Mazzucchi Ferreira

Resumo


O presente texto busca apresentar uma reflexão em torno da obra artístico-literária do cantor, compositor e escritor gaúcho Vitor Ramil, e da obra do escritor argentino Juan José Saer. Em ambos, o cenário pampeano e as expressões de uma cultura híbrida de fronteira são predominantes. Paisagens culturais, ritmos musicais compartilhados, registros da cidade em diferentes matizes e temporalidades, são expressões desses universos representados por Ramil e Saer, testemunhos da construção discursiva de uma identidade que ultrapassa as noções de latinoamericanidade, ao mesmo tempo em que reafirma lugares culturais comuns. Analisam-se os ensaios A Estética do Frio e El río sin orillas, as narrativas em prosa Satolep e O Enteado, além do disco Délibáb, de Ramil, e do livro de poemas El arte de narrar, de Saer.

Palavras-chave


Literatura latino-americana; Literatura Comparada; Memória; Identidade.

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E-ISSN 2236-6385 (versão eletrônica)