ODE MARÍTIMA, UM MAR DE IMAGENS ENGRANDECIDAS: ESPAÇO DE IMENSIDÃO

Carolina Catarina Medeiros de Souza

Resumo


O presente trabalho tem o objetivo de fazer uma leitura da Ode Marítima, de Álvaro de Campos, como um espaço de “imensidão”. De acordo com a fenomenologia de Gaston Bachelard, tal espaço é brotado da coexistência do espaço do mundo e do espaço da intimidade. Nesta atmosfera imensa, o devaneio, devido ao seu caráter onírico, possibilita ao eu-poético vislumbrar imagens imaginadas e lembranças-imagens, que evocam memórias individuais e coletivas, tornando a ode um espaço de ricas experiências asseveradas pela palavra poética.

Palavras-chave


Ode Marítima; Álvaro de Campos; Bachelard

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DOI: https://doi.org/10.22456/2236-6385.66722



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E-ISSN 2236-6385 (versão eletrônica)