Óbitos perinatais evitáveis por intervenções do Sistema Único de Saúde do Brasil

Midiã Gomes da Silva Rêgo, Mirella Bezerra Rodrigues Vilela, Conceição Maria de Oliveira, Cristine Vieira do Bonfim

Resumo


Objetivo: Descrever características epidemiológicas dos óbitos perinatais por ações do Sistema Público de Saúde. Métodos: Estudo descritivo de análise temporal, população composta por óbitos perinatais de mães residentes no Recife, 2010-2014. Utilizado Lista de causas de mortes evitáveis para classificar a evitabilidade e EpiInfo versão 7 para análise das variáveis.
Resultados: Ocorreram 1.756 óbitos perinatais (1.019 fetais e 737 neonatais precoce), observou-se redução dos óbitos neonatais precoces (-15,8%) e aumento dos fetais (12,1%). Apresentou como principais causas: feto e recém-nascido afetado por afecção materna e asfixia/hipóxia ao nascer. Conclusões: A maior parte dos óbitos foi evitável, concentrando-se no grupamento de assistência adequada dispensada à mulher na gestação. Lacunas na assistência dispensada à mulher no parto, explicam o percentual de asfixia/hipóxia. Redução da mortalidade perinatal evitável associa-se à ampliação do acesso e qualidade da assistência para garantir promoção, prevenção, tratamento, cuidados específicos e oportunos.

Palavras-chave: Mortalidade perinatal. Estatísticas vitais. Enfermagem obstétrica. Enfermagem neonatal. Saúde pública.


Palavras-chave


Mortalidade perinatal. Estatísticas vitais. Enfermagem obstétrica. Enfermagem neonatal. Saúde pública.

Texto completo:

Português English


ATENÇÃO: AS SUBMISSÕES PARA A RGE DEVEM SER REALIZADAS NO SEGUINTE ENDEREÇO:

https://mc04.manuscriptcentral.com/rgenf-scielo

 
              

 SCImago Journal & Country Rank

 

ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447