The Rule for the Best: The End of Anthropology

Laurence Paul Hemming

Resumo


Uma antropologia que descreve a essência do ser o ser humano, o que cada homem e mulher é em relação a eles mesmos, e que assume a igualdade essencial de todos os homens e mulheres perante a lei e dentro do Estado, produz necessariamente e é garantida com base em uma política muito específica. Ao mesmo tempo essa política mostra como, ocultada na essência de cada antropologia, há uma tentativa de separar o entendimento do ser humano em um lugar à parte das determinações e efeitos de qualquer entendimento do divino. Até mesmo para o antropólogo religioso (que, se ele tiver uma, satisfaz sua religião em particular), a antropologia é essencialmente ateísta. E talvez aqui eu apenas frustre você. Não estou propondo uma “alternativa”; não tenho “a solução”; não vou lhe introduzir a uma “antropologia melhor”; – todas essas são tentações da moderna mente instrumentalizadora (um vício ao qual os acadêmicos especialmente se entregam). Acima de tudo, esta discussão não é, de modo algum, exatamente sobre a liberdade religiosa (ou até mesmo religião), mesmo que comece aí. Quero tão-somente chamar sua atenção a um perigo inerente em cada transição de seu para eles


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